Janta.

“Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar:
caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá.
Pode ser cruel a eternidade...
Eu ando em frente por sentir vontade.
Eu quis te convencer, mas chega de insistir:
caberá ao nosso amor o que há de vir.
Pode ser a eternidade má....
Caminho em frente pra sentir saudade.”


Fico boba ao perceber como algumas canções, histórias de livros, filmes ou mesmo simples frases bobas e pequenas, conseguem traduzir exatamente aquilo que se passa em nós. É incrível como as pessoas sentem as mesmas coisas, pensam tão parecido e o mundo continua assim, meio que sem explicação.
Também me sinto fascinada com o dom que certos compositores têm em transformar sentimentos tão complexos em frases simples e gostosas de se dizer (sem contar nas melodias que fazem maravilhas!), mesmo quando guardam em si razões doloridas.

Mas aqui, só uma observação: Camelo, eu te amo. E tenho dito.
Ps.: só te trocaria pelo Amarante

2 comentários:

Anônimo disse...

Exatamente isso!
Tem algumas letras de múpicas que eu queria roubar ora mim, sair falando pra todo mundo que são de minha autoria!

Assim como estes teus textos, maninha.
Que raiva de você! rs

Renan Rosenstock disse...

É, definitivamente, Laura, você escreve bem. Nunca nos falamos muito, mas sinto isso tudo que escreve. Acho até importante a idéia de conhecer o autor, antes de lê-lo, mas não vejo precisão. É isso, gosto do que escreve, embora eu ache que você deveria escrever mais. Um livro quem sabe. Beijo, até.