Que frase besta, não? Clichê, talvez? Descenessária? Batida? Sem graça? Bobagem? Mas não, minha gente. É uma verdade, simples assim.
Tem mais de dois dias que não para de cair água do céu por aqui. Então nem é válido sair de casa, passear pelas ruas, olhar vitrines, ver amiguinhos, que é o que traduz as férias normalmente, não? Não. Não agora.... Precisamos nos exercitar em casa se quisermos sair, porque as ruas estão cheias de poças gigantes que a gente só pula fazendo abertura de 193 graus; precisamos andar com capas e sombrinhas gigantes devido as tais [cacofonia]goteiras grotescas[/cacofonia] pingando loucamente no cabelo, no olho, na roupa clara; sem contar nesse líquido todo espalhado por essa cidade, carregando esse olhar e tom de voz de ‘vou te engolir, mero mortal, prepare-sel!’. Além disso ainda tem o cabelo que fica aquela maravilha.. todo arrepiado parecendo um cacto querendo gritar pros céus pararem com essa palhaçada.
Caraaaaacolina, que chuva que não acaba mais. Sem contar que eu fico lembrando esporadicamente de todos aqueles lances do sul, fico apreensiva o dia inteiro, com uma tal de preguiça que invade e dá vontade de dormir forever and ever. And and and... fico aqui, dentro de casa, olhando pra mim, pensando em mil coisas que não preferiria, não precisaria, mas a vida é assim, “chove lá fora e aqui” eu acabo ficando com a esperança de que ela venha “trazer você pra mim..." .
Ps.: aproveitando o gancho de músicas e chuva ouça Uma delicada forma de calor, de Lobão.
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