Das que não chegaram ao destinatário, parte 2.

ou Sobre trocas com futuros imbecis.

“Comecei o ano de 2006, com um novo sentimento, com um novo objetivo: ficar com você. Não sei de onde tirei essa idéia maluca. Onde já se viu querer alguém que só faz brincadeiras, que nunca lhe falou nada a serio?! Alguém que sempre demonstrou uma amizade explicita e nada mais que isso, mesmo com umas brincadeirinhas como tentar beijar enquanto havia distração, em sala de aula, ou noutro lugar?
Mas espera aí!... A gente não fica tentando beijar quem é só nosso amigo! A gente tenta beijar quem a gente está a fim, quem é nosso rolo, paquerinha ou qualquer que seja o nome que preferir...
Por fim, no final do ano passado, eu realmente coloquei na minha cabeça que queria “trocar de balinha” com você. Mas não tinha balinha naquela noite de janeiro e eu resolvi, te pedir um chiclete enquanto passeávamos. Daí você me deu um daqueles que vem com brinde mehor que figurinha. Diz a lenda que dormi até sorrindo aquele dia..
[...]”

Pensar que eu queria te mandar isso ne? Ainda bem que você não quis receber, porque essas são as poucas linhas aproveitáveis das duas páginas que lhe escrevi, meu querido eterno imbecil!

2 comentários:

Café e Anfetaminas disse...

Eu tenho algumas cartas que não chegaram, nem chegarão e outras tantas que prefiro guardar só na cabeça só essas sempre teimam e descem ai ficam guardadas no coração... hunf!

Destinatários maus! Vou rasgar os endereços rs.

Rosana Tibúrcio disse...

Adoro pessoas em "momento revolta", mesmo que já tenha passado o momento... mas a cartinha ficou, ou a lembrança.
Que porre esses imbecis!!