Agora sim eu entendi porque, mesmo relutando contra, eu me levantei da minha linda e confortável caminha, com esse tempo de ficar debaixo do virol, abraçando meu mini travesseiro friozinho.
Também consigo compreender o porquê de eu ter ficado até mais tempo do que o necessário naquela aula que eu detesto e que, inclusive foi a causa do levantamento da minha cama.
Não encontrar a camiseta que queria e experimentar assim mesmo.
Passar pelas lojas que avistei aquele monte coisa que gostaria de ter e não entrar... não hoje, é claro.
Hoje o moço da primeira ótica não estava no recinto para arrumar meus óculos e me deixou triste, mesmo que depois eu tenha visto uma colega de muito tempo e parado um pouco para conversar e colocar as novidades em dia. Ela também apareceu naquele momento pelo mesmo motivo.
E então, passos depois, na outra ótica o moço estava sim para me atender e aqueles minutos em que fiquei olhando pra sua rua, olhando praquelas armações e lembrando do dia em que experimentando a minha, você conseguiu ficar mais lindo ainda. Aqueles minutos de espera também estavam incluídos no tal plano Dele.
Ele, que podia ter nos colocado em outras calçadas, em outros momentos, mas não.
Eu precisei te ver, precisei fingir que não vi, precisei ouvir o chamado de lá, precisei disso tudo para obedecer a ele: o Destino, que quis e conseguiu que eu te olhasse fazendo aquele gesto ridículo pra eu te ver e, então, me arrancar mais um sorriso bobo e cheio de coraçõezinhos revelando tudo o que eu pretendia esconder pra sempre.
3 comentários:
Os melhores encontros, são aqueles ao acasos. E os gestos mais agradáveis, são os inesperados.
Ele te acenou e vc riu.
E da para esquecer em um segundo tudo o q foi vilania.
Merda!
Todo vilão tem o quê interessante.
Merda![2]
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