Sobre memórias e borboletas.

Acho, sinceramente, que você mantém essa sua memória sempre em forma só para uma vez por mês [ou quinzena, semestre, sei lá] surpreender a gente.
Dois anos depois você ainda se lembra [e me lembra] das primeiras palavras que me disse, do nosso primeiro diálogo.
E então me lembro do dia que você fez todo aquele recordar é viver por email e, mais uma vez, me trouxe o tal borboletear no estômago. Você tem o dom, querido.
Mas eu fico pensando: será que você se lembra de tudo isso mesmo ou às vezes lê meu blog e relaciona as coisas e então se aproveita disso?
Detesto achar que é a primeira opção, mesmo querendo que fossem ambas. Porque, honestamente, é chato pensar que perdi todo esse baú de memórias que é você. E, o mais chato: sem querer. Eu não queria, afinal.
De qualquer forma, estou tentando preparar o seu presente. Ainda não sei se será entregue no aniversário, no Natal, no aniversário de sete anos do primeiro carinho, mas, preparo.
E espero de coração, que você sinta ao menos um décimo do que me faz sentir quando me abre uma fresta do seu baú.

4 comentários:

. disse...

chegará o dia que você encontrará alguém de verdade e tudo isso aí será o que apenas é, passado.

Rosana Tibúrcio disse...

Existem pessoas com essas memórias todas sim, por que não acreditar? Memórias de fatos e atos com alguém importante.
Mesmo que essa importância não seja suficiente pra trazê-los (quem lembra e quem é lembrado) sempre juntos.

Pode acreditar na pessoa aqui...

Clara Moriá disse...

Eu amo seus textos, mas nunca sei o que comentar.
[mas ficou lindo]

Unknown disse...

Poxa Laurinha... Nem sei o q dizer...rsrs