Volta e meia analiso a minha maneira de ser, minha forma de encarar as coisas e lidar com problemas e pessoas.
Volta e meia chego, mais uma vez, à conclusão de que, do meu jeito é melhor. É um jeito mais tranquilo, mais silencioso. É menos efusivo e, portanto, equilibrado.
No entanto, volta e meia repenso e acho que ser mais espontânea e falar o que penso e sinto seria mais interessante. Que detalhes podem ser importantes e que pessoas podem ser mais confiáveis. Penso também que correr riscos e encarar os problemas de forma mais dinâmica também pode ser mais positivo do que apenas balançar a cabeça e deixar o tempo decidir.
Porque ser o centro das atenções nunca foi meu forte, mas penso que deve ser bom o ser, por vezes. Como, por exemplo, para fazer amizades e então ganhar alguma coisa, que seja um contato a mais na agenda do celular, mas contanto que sempre se ganha alguma coisa com uma nova amizade.
Penso que, desse modo, eu saberia mais ao certo como é ser bem querida e como é se sentir mais livre ao expor mais os pensamentos e sentimentos, como já disse. E, quando é assim, esse querer uma personalidade diferente da minha, mas tão boa quanto [à sua medida], sempre penso que seria como Marina: que vai atrás do que quer, faz amizades, é comunicativa e querida, sempre. [sem contar nos talentos manuais. haha].
Bom, é isso.
Fica aqui o registro de que não fosse eu, ser Marina seria suficiente.
2 comentários:
Lindo isso de escolher ser a irmã. Sinal de reconhecimento. Mas vindo de vc, esperar isso mesmo.
Ou seja: eu sou mesmo muito boUUUa pra fazer filhas
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