Sobre delicadeza, anjos e querer.

Hoje devo escrever pra você. Não que tenha lhe visto atravessar a avenida ou tenha lido qualquer atualização sua em alguma rede social. Eu apenas me lembrei dos seus gestos delicados, enquanto, num lugar chato com música ruim, você tocou os meus cabelos e me olhou com aquela cara de anjo e aqueles olhos de carinho.
São coisas assim que qualquer ser humano precisa. São coisas assim que curam qualquer coração machucado, qualquer pensamento nebuloso, qualquer falsa esperança.
Naqueles minutos em que, de certa forma, você me tinha em mãos, me senti acolhida, querida e muito segura.
Talvez você seja uma dessas pessoas com nomes de anjo que vem pra cá e escolhem aleatoriamente alguém para cuidar.
Espero não ficar sem suas asas e seus cabelos angelicais por tanto tempo mais.

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