Você é engraçadinho. Quando presente, principalmente. Quando ausente deixa um gosto bem sem graça em mim, quase inexistente. Sinto falta de conversar com você ou ler sobre suas infinitas teorias e pequenas intenções revolucionárias. Talvez por isso eu cometa aquele erro fatídico de pensar no presente quando estamos longe e, quando perto, querer fazer mil planos pro futuro: porque me sinto insegura sem você. Ou porque parece que você me faz entender o mundo real.
Quando estou contigo e lhe pergunto sobre o futuro, você diz que o importante é o que estamos fazendo e sentido e que você está feliz comigo. Fico feliz também, mas continuo insegura. E se você acordar, olhar pra mim e pensar... melhor?
Quando estou longe de você, invento novelas e dramas em minha cabeça e, às vezes, resolvo escrever. E, mais às vezes ainda, envio pra você, como que te lembrando que sou mulherzinha, tenho TPM e curto discutir relação. Você, também às vezes, responde. E são, quase sempre, respostas que me calam. Não por serem estúpidas, mas por parecerem certas. Aquelas com as quais continuo discordando são as que me tranquilizam: você não é perfeito.
O que nos resta, então, é continuar em comum acordo, mas de maneira silenciosa e normal, tentando moldar o outro e ser moldado, para ao final de tudo isso, quem sabe, sermos uma laranja inteira.
Um comentário:
bate coração...
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