É o típico objeto que nunca saí para comprar ou pedi alguém que comprasse pra mim. Simplesmente usava, quando via necessidade, o que tinha em casa, no quarto e tal. Não havia pensado no quanto equivale a..sei lá, uma escova de dente, e é praticamente necessário para sobreviver.
Percebi isso no dia em que minha irmã supôs que a levaria embora. Foi também de súbito que disse um não bastante incisivo, de modo que ela preferiu deixar comigo mesmo. Daí por diante decidi assumir que, decididamente, preciso de uma pra continuar a viver.
Mas o que mais incomoda não é o fato, tão antigo, de eu ter percebido tardiamente sua importância pra mim. E sim a concretização recorrente daquele esquema de quando mais se precisa não está por perto. Se estiver no banheiro, indo pro banho e preciso dela, ela está no quarto. Quando estou deitada na cama, pronta pra dormir e preciso dela, ela nunca está nem no quarto nem no banheiro do lado.
Pior ainda é quando viajo e, quando em momentos ociosos sinto vontade de usá-la para reparar meus defeitinhos e só sei que ela esta a quilômetros de distancia de mim? Sem contar que não dá pra sair por aí pedindo por outros. Até porque não preciiiisa assim, urgentemente também.
Por fim, só vou deixar registrado que a minha é, sim!, a melhor pinça do mundo.
7 comentários:
Eu também sinto isso, mas pelas minhas pantufas.
Odeio quando não encontro a NOSSA pinça, tá?
humpt!!
E o Taffa com as pantufas... rs
E eu tentei adivinhar o que era sem pular direto pro final do texto. Não ia acertar nunquinha!
ai taffa, ce é ridículo.
mentira.
rosaninha, para de roubar MINHA pinça, tá? isso é feio.
helô, ce tá parecendo a clara. pare com isso.
deixe-se surpreender! haha
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