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Apesar de ser primeiro de abril, hoje só relatarei fatos reais. E, pra começar, assumo em blog público, porém privado, que meu último dia do mês que se passou foi como um resumão de todo ele, talvez do ano, quiçá de todo o tempo que estou na faculdade. Mas esse episódio, que ainda não se encerrou, deixarei para registrar mais tarde, quando, quem sabe, seus fatos estarão menos à flor da pele.

Março começou com o ultrassom 3D do filho da Aline e de repente nem terminou e ele já nasceu, que apressado! Bernardo pode resumir o mês.
Na faculdade, fiz trabalhos que mais pareciam impossíveis. Não fiz outros trabalhos, também, é claro. Tive uma aula muito engraçada daquelas que você anota MESMO que é pra não esquecer. Assinei, de novo e mais uma vez, contratos de formatura. Que, gente!, acho que vai ser, no mínimo, surpreendente (aberto a possibilidades de ser tanto pelo lado bom quanto pelo lado inexistente).
Definimos e fomos aceitos na empresa pra qual nos dedicaremos no TCC e passamos por momentos turbulentos que nunca mais vão acabar. Mas também conseguimos (por milagre) reunir e terminar trabalhos complexos rapidamente. Criamos o roteiro do nosso VT de apresentação durante um sábado inteiro e ele foi completamente mudado em poucas horas na semana seguinte e (infelizmente só) começamos a gravar. Junto de toda a dor de cabeça e mil ideias criativas rolou uma grande surpresa e coincidência, daquele tipo que quase não se acredita que aconteceu. Também quase não acredito que aconteceu algo extremo oposto, muito chato. Atenção também pro spot lindo que gravamos em ritmo de Backstreet boys.
Em relação ao trabalho, nada de muito diferente a stress, emails estranhos, conversas idem, computadores que só ficam processando e a brincadeira divertida de trocar de PC cinco vezes num só mês. Além, é claro, da intensa transição de colegas de trabalho. Aquele esquema de entra um, sai dois, entra três, sai fumaça.
Inventei uma história que nem eu mesma acreditei e, ao final dos acontecimentos provenientes dela, ouvi um “era aquilo mesmo que você havia dito.”. O que mesmo eu havia dito?
Durante mais de 24 horas, reuni em meu coração todo o ódio possível por todos os seres do sexo masculino existentes. Exceto pelo meu, é claro. Apesar de ele ter dito amanhã estou indo, enquanto eu apanhava pra planejar minha ida pra ver ele. FDP!
Já em Brasília, eu dormi mais que respirei, confundi o Cortês com o Gentilli, perdi o ônibus num daqueles momentos tinha que ser assim, fui a dois aniversários e deixo escrito e registrado que tenho uma sogra muito linda. Tá bom, todo o resto da família também.
Meu pai voltou a trazer meus irmãozinhos custosos aqui pra casa, nos sábados, como há muito tempo não fazia. Escaneei algumas fotos de muito tempo atrás e já morri de tanto rir e achar bom. 
Por fim, resumiria março como aquele mês de 8 E 80, passando por todos os ímpares e números primos.

Pintei as unhas de: atrevida. E só. Março mês de unha feia.


Assisti:
Matilda (Ah, que delícia! Junto de.. aquele que esqueci o nome (que a menina tem os cabelos super-rebeldes e come um prato de macarrão e vai chupando todos os dedos das mãos) são os meus filmes infantis antigos preferidos.)
Comer rezar amar (Talvez por ter lido o livro, me decepcionou um pouco pela falta de conteúdo)
Up Altas Aventuras (Superfofo, mas esperava mais, por ter ouvido tantos elogios. Achei coincidência o fato de assim que assistir sair na net que National Geografic fez a casa com balões real)
Amor e outras drogas (Apesar de também ter esperado mais, porque o trailer era muito bom, chorei no final. Snif.)
Gente grande (Quando você tem um namorado que assistiu mais de 5 vezes, te conta tudo e ainda te obriga a assistir. Mentira, não é só isso, é engraçado mesmo.)
Apenas uma vez (Assistido novamente, filme delícia, fotografia diferente, trilha sonora muitcho boa)
Bruna surfistinha (Talvez por não ter lido o livro, achei incível!)

Li:
Nunca subestime uma mulherzinha de Fernanda Takai, (comecei a ler lá pro dia vinte e poucos POR ISSO ainda não terminei, juro. Mas está sendo lindo)

2 comentários:

Rosana Tibúrcio disse...

Assistiu mais episódios de Dexter do que eu. Fodis!!!

Laura Reis disse...

sou foda!