O primeiro trimestre de 2014 talvez tenha sido muito mais, digamos, intenso do que ano passado inteiro. Tivemos acontecimentos comparados a ganhar na mega-sena (ainda não, então continuemos tentando) até ter vontade de ir embora (com a certeza de que na volta já estará tudo bem).
No primeiro mês teve festa grande de família com direito a foto de todos os primos - Parabéns vô. E dos setecentos casamentos de amigos do namorado prometidos pro ano, já me vesti pra uns 3, acho. Teve do tipo “acompanhemos”, outro do tipo “quero tudo pra mim” e um terceiro que não tô lembrada, certeza que não é só esse ou será que são só 2?
Sobre saúde, tive pés quebrados a minha volta, dentes mexidos e remexidos e quase nada comigo, de fato. Exceto pelas duas vezes que acordei totalmente entrevada, mas isso não é nada. Risos. Continuemos pedindo saúde (para todos) e salompas. Ah, tenho estado sem os óculos ultimamente. Mais um item pro projeto “acompanhemos”.
Sobre solidariedade, no mesmo dia que ajudei uma velhinha a atravessar a rua, uma moça muito simpática me chamou no canto do ônibus pra dizer “aqui... seu zíper... tá aberto”. O mundo tem solução.
O “Ler um livro por mês” da lista de resoluções ficou pra trás nesse Março, mas em Janeiro cheguei à última página de É duro ser cabra na Etiópia e em Fevereiro, para um programa da empresa, me envolvi e sofri com os tapas de realidade na cara de Personal Branding. A promessa de voltar ao capítulo 8 continua.
Ainda sobre as vontades de fazer acontecer, lá do ano-novo, tenho dado um ok a cada mês no “Fazer Pilates”, "Ver ao menos um filme", "Passar dinheiro pra poupança" e já também risquei o "Curso de inglês". Continue assim, Laura.
Fiquei lindamente mais de mês sem escrever uma linha. Neste ou naquele blog. Burrica. Mas a agenda continua se mantendo firme como diário – até porque se não fosse ela isso aqui não seria escrito.
O trabalho mudou de foco, me confirmando mais uma vez que nem tudo o que parece é, em quase todo lugar. Exemplo: se te chamam para pintar um muro, pode ser que você precise levantar o muro, escolher a cor, derrubar o muro, construir de novo, recolocar o tijolo, pintar, enfim, e descobrir que pintarão por cima de sua pintura.
Estive em novos bons lugares ou apenas comendo novos bons pratos, que vão de salmão grelhado ao bom e velho mexidão. Como é bom se alimentar! As idas e vindas de final de semana se intensificaram e não sei ao certo se é/foi bom ou ruim. Sei que as 2 que se destacaram pesadamente foram por bons motivos.
Tenho sofrido um conflito interno quanto ao espaço e organização do quarto. Posso ajeitar uma prateleira hoje, amanhã já não fará sentido ou estará uma zona. Preciso de ajuda (ou de dinheiro - risos). E isso é só uma pílula mesmo.
Comecei a ver Breaking Bad com o boy e True Detective por indicação de mãe. Alcancei a última temporada de HIMYM, de modo que já vi a mãe, e terminei Orange is the new black chateada porque queria ver a continuação imediatamente. Sobre séries, acho que só.
Quanto aos filmes:
O lado bom da vida, revi pra acompanhar o boy e, ai, gosto muito.
Aconteceu em Woodstock, estava lá no meio dos gravados e a gente viu também porque sim.
Quero ser Jonh Malkovich, tipo de coisa que te deixa nervoso, confuso, chateado, com medo e no fim das contas – se você for eu, você esquece (ou fica pensando: como alguém pensou e escreveu isso?).
O Lobo de Wall Street, mais de 5 dias no cinema para ver essa coisa delícia com o Leo que confundo com o Brad Pitt sim e daí?
Frozen, coisa linda demais o amor, a amizade, a família, o gelo, frio, Londres.
Rio 2, muito bom, trilha delícia, trechos divertidíssimos que infelizmente eu não podia ficar voltando pra rever porque o moço do cinema não deixaria.
E sigo com a vontade, ainda, de ver todos os indicados ao Oscar desse ano.
É isso, mai.
4 comentários:
Tenho que dizer que morri cá história do muro.
Sá linda!
Como é bom te ler, Laurinha.
Laolinha, eu adorei ler você!!! Que linda gente, não sabia que era tão bom, sucesso!
Cadê mais posts, cadê??
Mei irritadinha com isso... rs
Postar um comentário