Alê estava em busca de bugigangas naquelas lojinhas que tem de tudo um pouco, quando encontrou uma linda caneta com a ponta de diamante.
Logo pegou o bloquinho que carregava na bolsa pra testar como era a tinta e a ponta da sua nova amiga, já imaginando todos os títulos lindos que registrariam juntas nos cadernos da faculdade.
Tentou de todas as maneiras possíveis abrir aquela caneta que, de alguma forma, parecia nem ter tampa e não teve sucesso. O bloquinho na mão só complicava, então guardou ele de volta na bolsa. Nesse momento sentiu um belo olhar de reprovação vindo da vendedora que a observava.
Foi quando tomou a decisão mais sensata de todas que foi: colocar a caneta de volta no lugar? Não. Perguntar como fazia pra abrir? Também não… Isso mesmo, foi direto no balcão e pagou doze reais naquele objeto que não sabia como funcionava.
Claro que chegando em casa, enquanto ria de nervoso, Alê contou a história pra irmã que com apenas um movimento abriu a caneta. Pra fazer valer esse carão que passou, a única coisa que poderia fazer era usar essa tal caneta até acabar a tinta que, no caso, foi dois dias depois, mesmo.
Resumo da história: nada como a boa e velha esferográfica.
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