Nunca fui aquela completa viciada em Big Brother Brasil.
Assisto quanto tenho tempo, quando tô de férias, quando chego da faculdade.
Assisto porque minha mãe adora e faz tabelinha com nomes e características de cada participante e isso me faz sorrir e me deixa curiosa por saber o que vai acontecer e, claro, informada por ter uma sabe-tudo do assunto em casa.
Assisto porque acho, sim, que tudo ali como em qualquer outra história, seja novela, filme, livro, caso que a amiga de sua prima viveu, pode fazer algo por nós. Seja trazer uma lição, seja entreter, divertir, emocionar, seja se sentir representado na tela.
Por fim, assisto principalmente a última semana, que é quando (não sei se é a palavra certa) me apaixono por cada detalhe: dos participantes às edições, passando até por Bial.
Assisto quanto tenho tempo, quando tô de férias, quando chego da faculdade.
Assisto porque minha mãe adora e faz tabelinha com nomes e características de cada participante e isso me faz sorrir e me deixa curiosa por saber o que vai acontecer e, claro, informada por ter uma sabe-tudo do assunto em casa.
Assisto porque acho, sim, que tudo ali como em qualquer outra história, seja novela, filme, livro, caso que a amiga de sua prima viveu, pode fazer algo por nós. Seja trazer uma lição, seja entreter, divertir, emocionar, seja se sentir representado na tela.
Por fim, assisto principalmente a última semana, que é quando (não sei se é a palavra certa) me apaixono por cada detalhe: dos participantes às edições, passando até por Bial.
Esse último BBB foi, de longe, o mais surpreendente. Primeiro porque foi o último e, com toda a certeza ( e minha memória de elefante ao contrário), é o único do qual ainda me lembro dos participantes e, segundo, porque teve um inicio estranho, um meio turbulento, desconexo e chato e um final Maria.
Os discursos do Bial sempre fizeram algum efeito em mim. Um jornalista que deixou essa profissão de muitos anos pra poder apresentar um reality show ou a) não tem nenhum talento (vide apresentador d’A fazenda) ou b) tem toda a destreza necessária pra apresentar algo que é tão... real e inusitado.
Mas, voltando aos discursos, por ser jornalista, poeta e (a meu ver) um cara incrível, ele só pode falar muito bem e ter coisas bonitas a nos dizer. Acontece que, realmente, nesse décimo primeiro programa, ele ousou um pouco demais e, aparentemente, quis passar algo mais teatral, musical, quiçá intelectual. O que, creio eu, não cabe neste contexto.
Contudo, assim como citado anteriormente, em relação a todo o programa ter sido de começo estranho, meio turbulento, desconexo e chato e o final, hiperbolicamente, apocalíptico, o discurso do ganhador foi emocionante.
Maria, seu jeito todo especial de ser e seu novo verbo fizeram, com certeza, a graça desse BBB.
Quem sabe isso (somado à última eleição) não é mais uma prova de que as mulheres estão, enfim, conseguindo o que queriam quando (na TPM comunitária) queimaram aqueles sutiãs todos, maldizendo, sem saber, que eu seria pobre de lingerie?*
Quem sabe isso (somado à última eleição) não é mais uma prova de que as mulheres estão, enfim, conseguindo o que queriam quando (na TPM comunitária) queimaram aqueles sutiãs todos, maldizendo, sem saber, que eu seria pobre de lingerie?*
*Oi?
Leia: Meu lado Maria, de Clarissa Corrêa.
2 comentários:
um dos textos mais confusos que eu já li.
ficou muito 'hein', né?
coisa de gente que decide brincar de diferente, escrevendo e publicando em cinco minutos.
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